Desde pequenina que sempre tive a necessidade de ler e escrever. Lembro-me de estar na cama, deitada com um urso de peluche entre as mãos e acompanhada pelas tão conhecidas ' luzinhas protetoras ', quando esperava muito ansiosa pela história que mãe me iria ler nessa noite.
Fui crescendo e claro que, não substituido a tão próxima Disney, o meu coração acolheu novos amores - desde ao tão romântico Shakespear como ao tão enigmático Edgar Allan Poe, a passar por Jane Austen- sendo que, esse desejo, essa ansiedade seguiu-me sempre que entrava numa livraria, mais antiga ou mais recente e sempre que dava uso à minha veia poética herdada.
Espero que haja tempo e espero que haja luz.
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